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Tite deve mudar todo o meio-campo para último desafio de 2018

Técnico deve recuar Arthur, fazer ressurgir Paulinho e dar nova chance a Allan, que impressionou nos treinos e na estreia contra o Uruguai

Por GE

20/11/2018 às 08h46 • atualizado em 20/11/2018 às 08h47

Tite (Foto: REUTERS / Toru Hanai (Foto de arquivo)

As entrelinhas da entrevista coletiva em que Tite revelou cinco escalados para o amistoso da seleção brasileira contra Camarões mostram sua preocupação com o meio-campo.

Na avaliação da comissão técnica da vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai, os maiores problemas estiveram nesse setor. Na Copa do Mundo também foi assim. As soluções encontradas para tentar melhorar o desempenho devem ser o recuo de Arthur e as entradas de Allan e Paulinho.

Tite não confirmou, mas é com o ex-gremista de primeiro volante, na função habitualmente exercida por Casemiro, que ele pretende dar mais mobilidade à equipe. Allan estreou na última sexta-feira, durante o segundo tempo, e impressionou pelo conhecimento da posição.

Ao comentar as dificuldades no setor, Tite lamentou as ausências de Coutinho (machucado) e Paquetá (ausente por jogar no futebol brasileiro), e, sutilmente, deu dicas do caminho a ser tomado no último jogo de 2018.

– Coutinho e Paquetá são os jogadores que sentimos mais falta, pela criação e chegada à frente. O Paulinho se adaptou agora a essa função. Ficamos com deficiência nesse aspecto. Procuramos elaborar e dar um ponto de equilíbrio, respeitando posições e funções. Allan é do lado direito, e tentar encontrar um espaço melhor para o Arthur. Se ele é o primeiro (jogador de meio-campo) ou o segundo, de articulação. E não mexer no sistema, senão fica uma salada de fruta e a oportunidade acaba virando uma fria – analisou Tite.

Chama atenção o tamanho da lamentação por não poder contar com Paquetá. Em dois jogos pela Seleção, além dos treinos e jogos acompanhados do Flamengo, ele provou à comissão técnica que pode, sim, ser uma solução para a carência criativa do meio-campo.

Além do conhecimento da posição de Allan, Tite e seus auxiliares querem entender em que região do campo Arthur pode dar maior colaboração. Contra o Uruguai, ele foi recuando ao longo do tempo e rompeu a conexão que teria de fazer com os jogadores mais ofensivos.

No ataque, não faltam opções pelo lado direito. Richarlison e Gabriel Jesus, que não são prioritariamente jogadores dessa função, atuaram recentemente por ali, mas dessa vez a vaga que foi de Douglas Costa no jogo passado deve ficar com Willian, um especialista. Sua presença também aumenta a chance de criação, só que pela linha de fundo.

A partida contra Camarões será a última do Brasil em 2018, ano marcado por apenas uma derrota, mas dolorosa, nas quartas de final da Copa do Mundo, para a Bélgica. Em 14 jogos até aqui, a Seleção venceu 12, empatou um e perdeu um.

Tite sabe que os bons resultados só serão sustentados com títulos. O próximo a ganhar é o da Copa América, e essa nova formação a ser testada diante de Camarões é uma alternativa para que ele possa ter um desempenho à altura de sua expectativa. A missão do Brasil nesta terça-feira é criar muito mais do que nos desafios anteriores.

Fonte: GE - https://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/brasil-x-camaroes-tite-deve-mudar-todo-o-meio-campo-para-ultimo-desafio-de-2018.ghtml

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