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Cuca leva "mãozada" em pelada após "matar" repórter

Cuca não aprendeu a lição no Botafogo e, no ano seguinte, dirigindo o Santos, participou de animadas peladas. Nesta, também ficou estirado

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09/08/2011 às 12h47

Quem acompanha a seção “Causos do Futebol”, leu sobre o dia em que o técnico Cuca  "matou" um repórter e, depois, se assustou ao vê-lo “ressuscitar”, em um treino do Botafogo. Agora, é a hora de você, internauta, conhecer como foi a “vingança” do jornalista, que cobria o Alvinegro carioca em 2007.

Poucas semanas depois de toda confusão envolvendo a ida de Cuca ao enterro da pessoa errada, o setorista enfrentou o treinador em campo, em uma pelada envolvendo repórteres contra a comissão técnica do Botafogo.

No geral, esses jogos são marcados pelas sonoras goleadas que os esportistas aplicam na imprensa. Porém, naquela manhã de sábado, em General Severiano, a disputa estava acirrada, o que começou a gerar algumas entradas mais ríspidas.

Foi em uma dessas que o “defunto”, mesmo que sem querer, se vingou do fato de ter sido dado como “morto” por Cuca. Com a partida empatada, o treinador, que jogava na banheira, foi lançado em profundidade.

Ligeiro, o repórter, último homem, partiu para impedir que o técnico alvinegro, que tinha faro para o gol quando era jogador, dominasse a bola próximo a área e desempatasse.

Mais lento, Cuca demorou a chegar na bola e, quando a alcançou, o voluntarioso jornalista chegou de forma dura e o choque foi inevitável, com cada um caindo de um lado do gramado.

Quem ficou de pé primeiro foi o setorista. Logo em seguida, Cuca, meio grogue, se levantou e foi ao encontro do repórter, visivelmente contrariado.

– Você me acertou com o cotovelo ou com a mão?

Foi aí que o jornalista se tocou do que ocorreu. O supercílio direito de Cuca estava aberto e o sangue escorria pelo rosto do treinador. Sem graça, o repórter se desculpou.

– Acho que seu rosto bateu no meu braço, Cuca. Machucou um pouquinho, né?

Cuca, então, deu as costas e deixou o campo, sendo amparado pelos médicos alvinegros. Levou alguns pontos. No dia seguinte, em tarde de clássico no Maracanã, um curativo escondia as marcas da “agressão”. Ao reencontrar o repórter, mais calmo, “ameaçou”.

– Amanhã [segunda-feira] vou a um programa de TV. Se me perguntarem o que foi, vou te dedurar e dar seu nome, telefone e não te darei mais entrevistas.

Menos mal que a equipe de televisão caprichou na maquiagem a Cuca, que foi entrevistado sem o curativo. O que permitiu que seu relacionamento com o “ex-defunto” voltasse a ser bom e sem um “terceiro round”.

R7

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